Noites em branco sem dormir,
sonhos dispersos, a fugir.
bate o relógio sem parar,
e o sono a tardar.
Leio o livro de cabeceira,
garrafa de água ali à beira
não vá a garganta secar.
E o sono a tardar.
Abro a boca num bocejo
de um sono que não vejo,
mais uma página virada,
e de sono... não vejo nada.
Vira e torna a virar,
São voltas a mais numa cama.
Ai que calor... faz transpirar!
Abro a boca sem parar...
Esperem lá, quem me chama?
É o sono a chegar...
Junho 2005
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